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  • Foto do escritorOtavio Yagima

Crônica #74 | A arte da guerra interior.

Atualizado: 24 de jan. de 2023

O ecoar de uma estratégia.



I. A Busca


Estamos no início de um novo ano, dentro de uma nova era. Podemos decidir começar com um objetivo consistente; diferente e independentemente de tudo o que aconteceu nos anos que já se passaram. Podemos tentar entender, de maneira focada, as principais passagens que tivemos na vida. Se fomos assertivos ou não, estrategistas ou não, corajosos ou covardes. Nesse momento, não vamos nos importar com o passado e nem com a profissão que exercemos. Uma breve reflexão, um ato em busca do Eu Verdadeiro.


Esse contexto é válido para todos nós, que vivemos nos equilibrando numa linha supervaliosa, muito sensível, chamada linha da vida. Forte, ao mesmo tempo flexível e com tempo limitado de tensão, como de uma rede de teias de aranha, que nos liga de um lado ao Divino e do outro lado à terra. Pode não ser esse seu momento para maiores compreensões, entretanto, algumas passagens poderão fazer algum sentido.


Precisarei sair em busca. Anseio por algum contato. Entender princípios fundamentais e códigos de honra. Objetivo, foco e principalmente estratégia, sem nos perder no caminhar da vida. Domínio pessoal, anseio na busca da maestria, caminho percorrido por todos os mestres e pelos verdadeiros líderes.


Vamos viajar um pouco, dar asas à nossa imaginação.

Estamos adentrando numa máquina do tempo, porque o meu objetivo é entrevistar algum líder, algum que ainda ecoa fortemente nos nossos tempos.

Embarcaremos num portal repleto de surpresas e num universo enigmático do conhecimento, mesmo e apesar das muitas histórias já ouvidas. Quem sabe nessa viagem, muitos pontos de luzes possam iluminar os acontecimentos que vivemos atualmente.

Calibrando a nossa máquina do tempo para o ano -2.523. China, dinastia Song.


Um lápis, um apontador, uma borracha, e várias folhas em branco vão me acompanhar como bagagem, além do meu espírito desbravador.

A minha consciência abre nesse momento, o portal da razão.


Partimos...

 

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II. Considerações


Fechei os olhos e eu me senti flutuando...

No despertar instantâneo, eu me vi diante de um palácio imperial. Duas torres se destacam e se interligam com uma ponte. Do lado direito destaca-se um castelo em forma de campânula, sem janelas e sem portas. Do lado esquerdo um outro no mesmo formato, porém de forma invertida. Ambos têm acessos somente pelo lado interno. Outras pequenas construções rodeiam o palácio, destinadas para os gestores de leis, executores e julgadores. Todos protegidos por um muro alto, e contendo como defesa, uma valeta que o deixa inacessível ao povo, que reside do lado externo da fortaleza.


Um estandarte imponente flamula bem no alto, demonstrando o poder reinante dessa nação ainda jovem. O palácio é imponente, com presença de soldados uniformizados protegendo o imperador.


- “Vim em busca do líder, um sábio general.”


Conduziram-me para o salão principal, com adornos em ouro, pedras preciosas, e várias frases expostas nas paredes. O salão, apesar da sua pompa apresenta um vazio, e o líder que eu tanto ansiava para uma entrevista, não estava presente. Pela imponência da construção, fiquei imaginando o poder de conquistas e seus conquistadores.


Caminhei à minha frente, em direção ao que parecia um local sagrado, espécie de altar. Com um fabuloso assento, digno, para um imperador. Muito próximo do altar, vi uma silhueta de homem sentado sobre um tipo de almofada, num terraço externo, anexo a essa sala. Ele observava fixamente o horizonte, e o cenário a contemplar era um belo e bem cuidado jardim. Reconheci-o porque vestia seu uniforme militar branco, ostentando nos ombros a sua patente superior. Ao seu lado repousa um cajado, e não mais um arco e flechas. O seu uniforme de batalha estava num altar, junto com sua espada. Uma xícara de chá quebra toda a frieza daquele amplo ambiente.


Aproximei-me com muito respeito, curvei-me, e com os olhos voltados para o chão eu me apresentei. Eu me postei a um passo atrás, em respeito à hierarquia. Silenciosamente aguardei suas primeiras palavras.


- “O que busca, meu caro aprendiz, viajante no tempo?” Pergunta aquele senhor com longos cabelos lisos e brancos, possuidor de uma voz grave e temerosa. Com um gesto simples estende a sua mão, e pede para que eu me sente ao seu lado. Entrei em sintonia com a sua tranquilidade, repleta de sabedoria.


- “Do tempo que eu vim, meu senhor, muitos dos seus conceitos permanecem, e com honra, humildemente, venho em busca de compreender suas sabedorias”.


- “No século XXI, vivemos envolvidos e condicionados em regras impostas, leis criadas e aplicadas unilateralmente. Fixaram regras que não compreendemos, e nos direcionaram para um matadouro. Tivemos um grande líder que tomou seus conhecimentos como base, mas houve traições dos que prometeram lealdade, e na ânsia pelo poder e abundância de moedas, foram se corrompendo. Os aliados se calaram e a população ficou sem orientação. O povo, sem poder contar com os representantes, entraram em desespero e foram pedir ajuda para os generais. Mesmo assim não fomos contemplados com ações corretivas. Estamos navegando sem encontrar um farol da esperança.”


 

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III. Pontos Cruciais - tempos e caminhos


- “Meu caro aprendiz, aqui também ocorreram fatos semelhantes, e ocorrerão enquanto existir muito ego e egoísmo na humanidade. Nada mudará. Nada de novo terá. Apenas mudam-se os tempos e locais, porque somente o verdadeiro Homem faz o meio mudar. Eu precisei entender o real sentido do caminho. Não nasci numa família de guerreiros, mas convivi com eles, que lutavam para sobrevivência, que formavam grandes gladiadores, e tinham líderes que transmitiam confiança.

Fui um general de guerra, e me elegeram para ser líder dessa nação. Passei por falta de combatentes, e então, precisei levantar o ânimo mostrando uma boa causa. A população que deposita confiança, sabe que a luta é para uma melhor decisão, e que um futuro melhor naturalmente chegará. Uma nação, mesmo tendo os melhores guerreiros ou as melhores terras, sem um bom líder, será dizimada em pouco tempo; tornando seu povo escravos e pagadores de impostos, para sustento da luxúria dos governantes inescrupulosos.”


- “Como o senhor analisa um comando inimigo?”


- “O tempo, para mim, foi representativo. Não foi uma linha reta e única, mas sim, convivi os extremos da luta e dos desafios. Precisei entender o outro lado, antes de entrar em combate corpo a corpo, entender o clima que reinava nos meus inimigos. Nunca avancei sem conhecer o terreno em questão. Não expus meus guerreiros ao desconhecido, e nem os oficiais às dúvidas. Usei sinceridade, sabedoria, coragem, e muita disciplina para a tomada de decisões assertivas, ouvi todos os níveis de graduações.”


- “Não há guerras sem as baixas, e nem vitória sem luta. Concorda comigo?” Pergunto.


- “Precisei compreender que para tudo existem regras, que elas transitam na vida, na guerra, na paz, ou no caos. A minha organização foi fundamental, para que não fosse surpreendido com regras, supostamente tidas como desconhecidas. Não me curvei diante de ameaças, eu pude atacar quando o outro lado afrouxava na sua guarda, e evitei revanches quando o inimigo estava atacando desordenadamente.”


- “Quando compreendi que uma guerra precisa ser vista desta forma, passei a administrar bem e obter sempre resultados positivos, sem muita baixa, e com o ânimo do povo exaltado. Numa administração mal executada no campo de batalha, eleva-se a possibilidade de prolongar o confronto. Isso é ruim para ambos os lados. Ao adiar um resultado, os guerreiros e o povo começam a desanimar, abandonam a razão; levando-os para uma entrega incondicional.


Ao vencer um conflito, jamais se deverá humilhar ou contra-atacar os perdedores, pois em algum momento, poderão se tornar aliados da nossa causa. Por essa razão a vitória é primordial, enquanto a persistência divide o objetivo final.


Afirmo-lhe que até chegar no século XXI, vocês passarão por guerras físicas e ideológicas, e surgirão outros imperadores e reis, que na ganância de conquista, tentarão expandir os seus territórios. A expansão não significa poder, nem riqueza, e nem conquistas. Os soldados-guerreiros se cansarão por causa de longas caminhadas, e poucas conquistas de riquezas. Daí então, o povo se levantará para defender sua própria nação.”


 

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IV. O Confronto


- “Já ouviu dizer que uma guerra pode ser vencida sem combate?” Indaga-me o líder.

- “Pode isso ser possível?” Assustado, eu respondo.

- “Entenda então o seguinte: Quando existe uma euforia de ataques, geralmente ocorre sem preparo, consegue avanço e conquistas insignificantes, deixando os guerreiros fadados a cansaços, física e mentalmente. Ao liderar preciso estar alguns passos à frente, com uma percepção antecipada dos planos, e persigo sua destruição antes de um confronto. Tenho os comandados inteligentes ao meu lado, que serão como espiões para acessar as informações dos inimigos. Tento fazer uma aliança ainda no estado negociável, e o ataque só é colocado em prática, quando todas as tentativas de diálogo se esgotam. E quando o ataque vem a ocorrer, os meus guerreiros são fortes, bem treinados, determinados e dedicados.”


- “Em toda guerra, o lado perdedor deixa um rastro de sangue e desgraça, não é?”


- “Temos uma regra que muitos esquecem; a destruição do inimigo diminui o valor da população. Jamais devo colocar em exposição excessiva as minhas táticas, isso enfraquece futuros planejamentos, próximos confrontos. Saber do tempo exato do confronto, e saber dimensionar as minhas tropas. Saber também quando recuar para me fortalecer. Assim saberei como poupar as nossas energias e recursos. Ao conhecer a mim e o inimigo, mesmo que ocorram centenas de batalhas, não correrei perigo. Um exército vitorioso ganha primeiro, e luta depois. Porque para um perdedor, primeiro vem a luta, e depois a tentativa da vitória a qualquer custo.”


- “A confiança entra em jogo quando se trata de estratégia. Como lidou com isso?”


- “Precisei de preparação, e para eu ser o melhor, necessitei antes de tudo, conhecer a mim mesmo a fundo. Ser vulnerável é conhecer somente o outro. Ao me conhecer, dos pontos fortes e pontos a me fortalecer, antecipo com maior acerto a vitória da minha tropa. O autoconhecimento é fundamental. Já comandei tropas com poucos números, e em outros casos com muitos, e é apenas uma questão de organização que reflete na ordem ou desordem. A vontade que reflete na covardia ou coragem. Da preparação que reflete na força e fraqueza. Guerreiro organizado, com vontade e preparado, sempre lutará com afinco.”


 

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V. A Oportunidade


- “Ensinei aos meus combatentes, que o sucesso de um confronto não ocorre por acaso, nem sorte, e nem por coincidências. As oportunidades de ataque devem ser aproveitadas e os riscos analisados, os perigos levantados dando tempo para evitá-los. Ora me fiz de invisível, ora misterioso, às vezes mantive-me em silêncio, outras vezes me fiz de inaudível. Sutilmente estive presente em todos os lugares, direta e indiretamente. Assim pude atuar de forma enigmática, e acompanhar os passos e planos do inimigo sem ser notado.”


- “Nenhum plano é perfeito quando atuado sem organização. Quando o seu oponente mostra que construiu uma fortaleza, expõe um outro lado frágil, a emoção. Toda vitória é construída; e é possível com empatia e com pesquisas, descobrir as estratégias do oponente. Mesmo que o oponente seja em maior número, pode não representar muito se eu conhecer suas estratégias. Quando eu não tenho conflitos, e quando tenho facilidades de adaptações, obtenho vitórias.”


- “Já apareceram surpresas desagradáveis nos planos de combate?”



VI. Operação de Movimentos


- “As minhas manobras são bem elaboradas. Domino campo de batalha, encurto caminho da marcha da minha tropa. Os problemas encaro como vantagens, e evito transformar as mudanças em barreiras. Não é porque mudei meu método de ataque, que sofrerei com a minha decisão, e sim porque rapidamente, sei me adaptar às exigências do momento. Tive situações de combate que necessitei dar ordens agressivas, tudo isso para sentirem que existe um líder em comando.”


- “Numa batalha, nunca mantive meus soldados de frente para colina e nem para montanhas. Um plano secundário sempre é pertinente. Num campo de batalha nunca permiti conversas paralelas, expus o plano com clareza e exigi entendimentos, pois aqueles que seguem tendo dúvidas poderão contar com os comandantes. E quando passavam sobre corpos tombados dos seus companheiros, incentivei a luta, porque uma motivação bem implantada muda o destino de um combate, e pode salvar outras vidas envolvidas, inclusive a do próprio.”


- “Lembre-se meu jovem aprendiz. Não se ganha tudo com guerras, porque tem terras que não valem ser conquistadas, nem caminhos a serem seguidos, e nem elementos que se fantasiam de sucessos. Tem disputas que não valem a pena entrar. É preciso então, analisar e se perguntar se vale a pena arriscar.”



VII. Adaptações de Planos


- “Nem todas as ordens vindas do imperador eu obedeci. Porque sei do que faço, estou ciente das minhas ações, e analiso friamente o certo e errado. Pondero o que é favorável para a minha tropa, e vou direto do lado assertivo, sem conflitos. Caso ainda persistam pontos desfavoráveis, trago soluções para as dificuldades. Quando os meus princípios são pisados deixo de acatar as ordens recebidas. Antes de ser um líder, fui um guerreiro, e sigo o código de honra de guerreiros.”


- “Quando o senhor está de frente com o inimigo, que posição ocupa?”


- “Antecipo com diplomacia, tento sempre construir aliados, não aniquilo o inimigo. Mantenho os meus combatentes em locais altos, que possam ter uma visão de águia. Nunca posicionados contra a luz. Sempre mostrei a força. Usei a paciência em primeiro lugar, e quando o inimigo vem em minha direção para uma proposta, analiso de três formas. Quando eles usam palavras encantadoras, é porque querem partir para um confronto. Quando vem com palavras ofensivas, é porque se preparam para abandonar o confronto. Quando usam justificativas inteligentes, é porque querem um acordo. Com isso eu não uso impulso para conclusões, e nem ajo em emoções. Porque é isso que o inimigo espera com as reações.”


 

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VIII. O Território


- “O meu povo é antes o guerreiro, e sendo guerreiro é um combatente. Cuido como sendo meu filho. Reconhecendo isso, lutará até a morte em prol de uma causa. Nunca desejei medalhas de honra e nem glórias. Nunca temi castigos do alto escalão porque recebi como missão, antes de tudo, ser um general que deve proteger o povo, as leis supremas, e a minha nação.”


- “Quero completar que para vencer uma batalha, usei o fator velocidade. Vi despreparo do outro lado. Infiltrei em locais que eles nem imaginavam entrar, e o fator surpresa foi fundamental. Elaboro muitos planos em segredo, e secretamente os mantenho até o momento certo de implantação. Quando os conflitos surgem, jamais contei e nem demonstrei. Aproveito as brechas apresentadas, e mantenho-me centrado quando sou atacado”


- “Durante uma guerra jamais recebi mensageiros do inimigo, ocultei os documentos com os planos em locais seguros. Bloqueei os acessos pessoais, e os assuntos adversos são tratados no templo da guerra.”


- “Meu caro aprendiz, quando voltar à sua época, lembre-se que o seu imperador jamais poderá convocar seu exército por vingança. E você agora, com conhecimento de estrategista de um general, jamais poderá lutar por se sentir traído, porque mesmo um povo com raiva poderá descobrir a serenidade, e os ressentimentos podem ser apaziguados. Mas, um país arruinado não se recupera facilmente, e os combatentes tombados em vão, não voltam à vida”


- “Se realmente quer que seu inimigo saia derrotado, não ataque. Provoque. Plante dúvidas. Com isso perceberá os movimentos, e este revelará a quantidade de inimigos posicionados. Ou eles recuam para se prepararem melhor, ou partirão para o confronto, e se isso acontecer, defenda-se.”


- “Os sábios usam inteligência, e generais habilidosos usam líderes inteligentes, que são sábios justos e humanos. Com isso identifico os infiltrados no nosso meio, convenço-os que a nossa luta é por uma causa maior. Não adentre numa guerra por algo sem sentido, e não use uma guerra para devolver as dores e sofrimentos, que outras pessoas te fizeram passar. A vingança nem nossos deuses controlam.”


- “Agora compreendi, meu senhor, a eternização dos seus conhecimentos. É um general respeitado, cujos pensamentos são voltados para o povo e não para vangloriar-se. Não se ensoberbece com seus feitos. Tem a amizade como um dos pilares, domina a fidelidade como plataforma de apoio, possui humildade como general, e respeito como ser humano.”

- “Qual a mensagem que o senhor deixa para nós do ano 2023?”


- “Lute por uma causa. Não desonre o espírito de um grande guerreiro. Use a ética. Conheçam mais o interior de cada um, e descubra o espírito guerreiro que ainda adormece.”


Guerreiro?? Num solavanco me vejo reativando a máquina do tempo, e num abalo minha mente desperta confusa, num misto de sonho, realidade e ilusão.

Com os sentidos mais apurados, me recuperando do tranco do solavanco, sinto eclodindo em todos os meus poros, a energia de um grande estrategista militar, do mais alto escalão.

Minha mente me pergunta: - “com quem esteve para voltar tão exaltado?”

E então, lentamente pensando, arrisco a me responder: - “alguém, assim como o sábio Sun Tzu??”

E o meu coração dispara, cortando a lentidão da minha mente ainda dormente.


E você, se pudesse fazer uma única pergunta ao grande mestre, qual seria?



IX. Epílogo atual


As nossas guerras internas, acontecem em todos os níveis. Talvez pequenas num âmbito pessoal, se relacionado a um âmbito maior e mais complexo, onde vai dobrando em escala conforme envolvimento e complexidade, como no caso de uma nação.


É assim que num processo de avançar e recuar, as estratégias vão se revelando, porém, acima de qualquer um de nós, existe a Estratégia do nosso Criador. E essa virá apenas no momento certo, após muitos avanços e muitos recuos, mas infalivelmente no seu exato tempo, se fará presente e se mostrará poderosa.


Como num grande e desafiante jogo de xadrez, porém num nível mais avançado, níveis acima da nossa tri dimensionalidade. Podemos conceber na nossa mente abstrata, as linhas do tempo em batalha. Tudo acontece de forma organizada, e meticulosamente como num processo cirúrgico, as eliminações sendo realizadas, uma a uma.


Ações coordenadas em sincronicidade envolvendo um algo maior, invisíveis aos olhares a nível apenas de olhos físicos, esses, apenas as ilusões são capazes de captar.

As peças sendo movimentadas de forma correta, de forma inteligente, e de forma estratégica. Não sabemos em que tempo, de que forma, mas no seu exato momento, avançando para um decisivo xeque-mate final.


Por mais que pareça não existir esperanças, que passemos ainda por muitos sofrimentos, sofrimentos extremos semelhantes a experiências de quase morte, ainda assim, devemos seguir de forma firme e corajosa.


Muito além do que a maioria de nós pode enxergar, lá está a verdadeira realidade, realizada e traçada, e que tão logo a sombra se consuma, despontará na alvorada.


Quais são os limites da nossa paciência, da nossa confiança, e da nossa fé?



Confira a última crônica da nossa coleção - Crônica #73 | Em busca de um exílio.

 


Galeria Crônicas

Que tal baixar e compartilhar trechos dessa crônica com a galera?



 

Você já conferiu o último vídeo do neoPod lá no YouTube do Portal?


Nosso cronista Otavio Yagima fez uma participação especial, e o encontro está imperdível; confira no player aqui embaixo e também visite as demais postagens no YT da neo!



 

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