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Robert Pattinson completa 35 anos | Relembre os principais momentos da carreira do ator

De Harry Potter, Crepúsculo até se tornar o mais novo Batman

Créditos: Esquire.


Robert Douglas Thomas Pattinson nasceu em 13 de maio de 1986 em Londres, Inglaterra. Ele é o irmão mais novo dos três filhos de Clare Charlton, uma bookmaker em uma agência de modelos, e Richard Pattinson, um revendedor de carros vintage. Robert cresceu em uma pequena casa na cidade de Barnes com duas irmãs mais velhas, Elizabeth e Victoria. Ele frequentou a Tower House School, da qual, aos 12 anos, foi expulso por roubar revistas para adultos em uma loja dos correios e vendê-las mais tarde para seus colegas.Sua carreira começou como modelo fotográfico para revistas e marcas de moda britânicas durante sua adolescência.


Quando tinha 13 anos, Pattinson se juntou ao clube de teatro amador local chamado Barnes Theatre Company depois que seu pai o convenceu a comparecer porque ele era muito tímido. Aos 15 anos e após dois anos trabalhando nos bastidores, fez o teste para a peça “Guys and Dolls” e conseguiu seu primeiro papel como dançarino cubano, porém, sem falas. Em seguida, conseguiu o papel principal de George Gibbs na próxima peça “Our Town”, e foi flagrado por um agente de talentos que estava sentado na platéia e desde então ele começou a procurar papéis profissionais.


Pattinson durante sua carreira como modelo na juventude.


Em 2005, o ator começa a ter mais reconhecimento na indústria cinematográfica ao interpretar Cedrico Diggory na famosa saga de JK Rowling, “Harry Potter e o Cálice de Fogo”. Por esse papel, ele foi nomeado "British Star of Tomorrow" daquele ano pelo The Times e mais de uma vez foi aclamado como "o próximo Jude Law". Entre 2005 e 2007, Robert viveu papéis coadjuvantes no teatro e na televisão, porém o ator não esperava o que iria acontecer no ano de 2008.


Robert Pattinson como Cedrico Diggory em "Harry Potter e o Cálice de Fogo" (2005). Créditos: Warner Bros.


2008–2012: A Saga Crepúsculo e reconhecimento mundial


Em 2008, Pattinson foi escalado como Edward Cullen em “Crepúsculo”, baseado no romance de Stephenie Meyer. De acordo com o TV Guide, Pattinson estava apreensivo com a audição, com medo de não ser capaz de viver de acordo com a "perfeição" esperada do personagem. O filme foi lançado em 21 de novembro de 2008 e transformou Pattinson em uma estrela de cinema da noite para o dia. Embora o filme tenha recebido críticas mistas, os críticos elogiaram sua química com a co-estrela Kristen Stewart. O New York Times chamou Pattinson de um ator "capaz e exoticamente bonito" e Roger Ebert disse que ele foi "bem escolhido" para o papel.


Ele reprisou seu papel como Edward Cullen na sequência de Crepúsculo, “Crepúsculo: Lua Nova”, que foi lançado em 20 de novembro de 2009. O filme rendeu um recorde de $142.839.137 no fim de semana de abertura e uma corrida geral de $709.827.462 em todo o mundo. Embora o filme tenha recebido críticas negativas, o crítico de cinema Michael Phillips do Chicago Tribune disse que Pattinson ainda era "interessante de assistir", apesar da maquiagem ruim. Michael O'Sullivan do Washington Post observou que sua atuação era "uniformemente forte". Isso trouxe o estrelato global para Pattinson, e o estabeleceu entre os atores mais bem pagos do mundo daquele período.


Pattinson protagonizou ao lado de Kristen Stewart a saga "Crepúsculo" de 2008 até 2012. Créditos: Summit Entertainment.


Com as sequências da saga durante 2010, 2011 e 2012 Pattinson estava já apoiado na indústria de Hollywood. Entretanto, em entrevistas para promover a saga, hoje em dia, é possível notar como o ator era desgastado por tamanha atenção mundial que recebia e também por não se conectar ao papel de Edward Cullen. Deve-se lembrar que a saga Crepúsculo, assim como Harry Potter na qual o ator também participou, foram as primeiras adaptações de livros, junto de Senhor dos Anéis, para adolescentes e jovens adultos para a grande tela que realmente conseguiram estabelecer uma legião de fãs internacionais, preparando o caminho para sagas futuras como Jogos Vorazes, Maze Runner e outras que viriam a ser lançadas na década de 2010.


2014–2018: filmes independentes e a aguardada aclamação da crítica


Por conta de anos no foco da imprensa e do público, algo que o ator já atestou abertamente que detesta, Robert decidiu seguir em projetos independentes assim que a saga Crepúsculo se encerrou em 2012. Mudança esta que permitiu a Pattinson se redescobrir como ator e surpreender o público. Em maio de 2014, Pattinson estreou no Festival de Cinema de Cannes com o filme western futurístico de David Michôd, “The Rover”, ao lado de Guy Pearce e Scoot McNairy. Por sua atuação como um ingênuo e simplório membro de uma gangue criminosa, Pattinson recebeu ótimas críticas. Scott Foundas, da Variety, disse que "Pattinson é a maior surpresa do filme, ostentando um sotaque sulista convincente e trazendo uma dignidade discreta a um papel que poderia facilmente ter sido extraído de efeitos sentimentais baratos." Ele ainda acrescentou que "é uma performance redefinindo a carreira de Pattinson que revela profundidades incontáveis de sensibilidade e sentimento."


Em 2016, Pattinson apareceu na adaptação da Paramount Pictures e da Plan B Entertainment de “The Lost City of Z”, dirigido por James Gray. Estreado no Festival de Cinema de Nova York, o filme é estrelado por Pattinson como o explorador britânico Cabo Henry Costin. Pattinson deixou crescer uma barba densa e perdeu 15 quilos para o filme, recebendo elogios da crítica por seu papel, Matt Neg da NBP o descreveu como "um dos melhores atores que trabalham hoje"


Pattinson como Henry Costin em "The Lost City of Z" (2017). Créditos: Paramount Pictures.


Em 2017 Pattinson estrelou o thriller neo-grindhouse dos irmãos Safdie, “Good Time”, como uma assaltante de banco, Connie Nikas, que ele descreveu como um "tipo realmente hardcore de Queens, Nova York, psicopata mentalmente danificado, filme de assalto a banco. " O filme estreou em competição no Festival de Cinema de Cannes de 2017 e provou ser um ponto de viragem em sua carreira. O desempenho de Pattinson foi aclamado pela crítica. Guy Lodge of Variety descreveu-o como seu "pico de sua carreira".


2019 - Batman e o retorno ao mainstream


O primeiro papel de Pattinson em 2019 foi no filme de terror psicológico em preto e branco de Robert Eggers, “The Lighthouse”, ambientado em uma ilha remota da Nova Inglaterra na década de 1890. O filme estreou na Quinzena dos Diretores do Festival de Cinema de Cannes 2019, com aclamação da crítica generalizada tanto para o filme como para a performance de Pattinson. No mesmo ano ele estrelou sua segunda colaboração com o diretor David Michôd em uma adaptação das peças de William Shakespeare intitulada “O Rei”. No filme ele interpreta Louis, The Dauphin, que serviu como o nemesis de Henry V (Timothée Chalamet). Para o papel, Pattinson adotou um sotaque francês, que ele baseou nas pessoas da indústria da moda da França. Em 2020, Pattinson em seguida apareceu como parte de um elenco em “The Devil All the Time”, um thriller psicológico baseado no romance de Donald Ray Pollock.