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Crônica #63 | Amigo, estou aqui!

Atualizado: 23 de nov. de 2023

Amizade: nobreza de almas



Pedimos nesse momento um rompimento do “achismo, dogmas e conceitos”, impostos pela sociedade. Procure estar num local calmo, preferencialmente isolado. Coloque fones de ouvido e escolha um fundo musical. Fique e se mantenha no sentir. De forma serena, respire profundamente pelo menos três vezes, desligue o amanhã. Com calma, pausadamente, deslize seu olhar em cada palavra. Não se preocupe se algo não tiver sentido e nem interrompa. Deixe seu pensamento navegar, flutuar. Como numa meditação, desacelere, busque entrar em um estado mental mais relaxado; traga para si a sua existência e a sua presença para este momento, pois o tema que vamos tocar é próximo ao Divino: Amizade.


Um tema lindo e ao mesmo tempo complexo no seu conteúdo. Cada palavra ou cada sentença que vem parece não completar, e a impressão que causa é que é indefinível. Tão vasto no seu verdadeiro sentido que é mencionado pelos grandes filósofos, e que sua constituição não se resume em teorias e sim na existência.


Da falsa à verdadeira amizade passam-se turbilhões de colocações, e com isso temos a tendência de perder o verdadeiro sentido que essa palavra expressa. É bem verdade que os pensadores, mestres espirituais nos direcionaram para uma compreensão, entretanto a melhor escola, o melhor laboratório para os sentimentos é a vivência e a observação do dia a dia. As minhas referências diferem das suas e vice-versa, e sem exceção, temos nossas razões nas nossas colocações e conclusões.


Eu e minha esposa, temos uma história em comum que nos traz imensa alegria. Na nossa juventude, lá pela década de 80, tivemos o privilégio de um intercâmbio com bolsa de estudos no Japão. A vida nos presenteou com ricas convivências, pessoas extraordinárias que compartilharam conosco o melhor de cada uma delas, o que nos proporcionou criar fortes laços de amizade. Seria covardia citar apenas alguns nomes, mas nesse caso vamos ilustrar com um dos casais que lá conhecemos. Ele era funcionário do Palácio do Governo, e trabalhava num dos departamentos responsáveis por nossas estadias, naquela província. Então, nos encontrávamos sempre. Tínhamos praticamente a mesma idade do casal. Foi aquela amizade gostosa, pura, que foi crescendo conforme nossa convivência. Éramos praticamente crianças nas alegrias, sem máscaras, numa troca autêntica de sentimentos e emoções. Depois de um ano, terminado o período da bolsa de estudos, voltamos para cá e as saudades se tornaram eternas. Após um tempo, eles casaram e vieram em lua de mel para o Brasil. Maravilhoso reencontro onde pudemos reviver toda nossa amizade. Foi mágico!! E mais mágico ainda foi em 2018, após exatos 36 anos desde nossos primeiros momentos; quando em viagem de férias voltamos ao Japão, agora com nossas preciosas filhas e genro. Pudemos sentir o que não imaginávamos: toda aquela amizade absolutamente de volta.


Era como se o tempo não tivesse existido, era como se tivéssemos voltado naquela exata época. A forma como nos tratávamos, o carinho, as brincadeiras, tudo igual, parecendo potencializado pela alegria do reencontro. Que benção!!

Que sentimento mágico se apossou de nós quatro, invadindo e saindo por todos os poros, numa inundação plena de felicidade. Absolutamente inexplicável ao nosso racional.

Somente o sentir, nos oferecia a constatação daquele bem querer gigante. Creio que tivemos o privilégio, de vivenciar o sentimento nobre de uma amizade abençoada, que nem mesmo a distância física conseguiu diluir.



Perdeu a crônica mais recente do Otavio? Leia o texto na íntegra clicando aqui: Crônica Pílula #1 | Você é dono da sua vida?




O verdadeiro amigo é constituído por proximidade de alma e não por proximidade física.


Vivemos atualmente num mundo inundado de infinitas informações, porém, cheias de muitas incertezas. Valores humanos e morais um tanto distorcidos, afetando todas as áreas do nosso viver, e em se tratando de relacionamento humano, as questões também não estão nada fáceis. E com isso a arte de viver, na sua pureza, na sua essência, acaba por ser deixada de lado.


Hoje, já quase não temos tanta paciência, tolerância então está próxima do zero, tudo sendo exigido de forma rápida. Ninguém mais tem tempo para nada, muita vida virtual, tudo orbitando nos pensamentos e desejos ilusórios. Não há tempo para o semear, o germinar e o florescer, então não se encontra terreno fértil para o cultivar e criar laços de amizade.


“Amizade pela metade não pode ser considerada amizade, é mais uma conveniência”, diz o filósofo Sêneca.


O egocentrismo que prevalece atualmente, vem gerando uma desumanização generalizada. A ausência dos verdadeiros valores faz crescer cada vez mais o egoísmo, e o homem egoísta não consegue despertar os verdadeiros sentimentos. Tudo gravita à sua volta, em torno dos seus próprios interesses. Assim sendo, não consegue sentir o outro, se torna solitário; o outro existe apenas para ser usado e manipulado pelos seus desejos egoístas. Sua vida acontece dentro de uma bolha, onde não há espaço para compartilhar, apenas receber.


Onde se encontra a possibilidade de se estabelecer relações profundas, dessa forma?

Quanto mais egoísta, mais brutalizado se torna, vive no instinto, na vaidade, na procura da realização de seus muitos ilusórios caprichos.


O amigo, porém, vem em sentido contrário a esse egocentrismo todo. Ele vem nos oferecendo a oportunidade de nos humanizar, de descobrir e perceber o outro. Nós nos encontramos e crescemos através uns dos outros. Ele é a resposta não aos nossos desejos, mas às nossas necessidades, de humanização, diminuindo o egoísmo e trazendo talvez a principal delas, que é a prática da fraternidade.


Não seremos verdadeiramente felizes olhando somente para nós mesmos, para os nossos próprios interesses. Jamais se conseguirá estabelecer relações profundas, sem a necessidade do bem presente em nossas vidas.


Existe uma primeira, primordial e essencial entre todas as amizades: que é a amizade da nossa existência com a nossa essência. A nossa essência, reconsidera a própria máscara personalista com a própria identidade. Num avanço constante dos atritos existenciais, ao reconhecer-se ou tornar-se um amigo da sua própria existência, pode-se considerar um privilegiado e um pouco mais iluminado. Assim sendo, o seu mundo expande, deixando-o melhor.



Confira também esta crônica postada no nosso site: Crônica #62 | Esperança




Haverá o encontro conosco mesmo, profundamente, e através desse encontro seremos capazes de também sermos profundos em relação aos outros, é onde se estabelecerá os laços numa mesma profundidade de proporção.

Neste estado de comprometimento consigo e com os demais, não haverá mais carências e sim um transbordar de vontade de compartilhamento, de tudo que vivenciar. E esse compartilhar poderá naturalmente ser com um amigo, uma amizade estabelecida por abundância e não por carência.

Quando estamos íntegros não procuramos um amigo para servir de escora e sim compartilhar, e na reciprocidade recebemos com honra seus conhecimentos.


A nobreza de uma verdadeira amizade é um dos pilares que nos oferece um sentido de vida, dando sabor, cor, alegria, coragem ao longo de nossa caminhada.


A vida é feita de escolhas, e se usarmos a sabedoria e integridade o caminho é claro, assim também é escolher alguém como amigo. Para a escolha de um amigo é preciso ter prudência. Prudência e honestidade. Sem esses dois pontos, uma entrega às cegas pode ser usada e manipulada por aquilo que cedemos com boa vontade. O amigo será uma pessoa com quem vamos dividir a vida tal qual ela é, na sua forma íntegra, isso exigirá confiança e responsabilidade.


É ele que poderá ajudar na sobrevivência dos piores momentos existenciais, bem como elevar num patamar maior do próprio bem-estar. Essa relação será sempre recíproca, não criando um vínculo de dependência; haverá o dar o melhor de si para que juntos possam crescer. Despontarão brio, caráter e identidade, dentro dos princípios humanos. A entrega dentro de uma verdadeira amizade, não deixa que exista o temor e nem a desconfiança, a integridade não será corrompida. Na integração, a lei da separatividade é anulada. Se assim não for, será apenas um relacionamento por conveniência.


Se uma amizade normal entre pessoas do mesmo sexo já está escassa, o que podemos dizer então, de uma amizade verdadeira entre os sexos opostos?


É possível uma amizade sincera entre homens e mulheres? É um tabu?


Há quem afirme, categoricamente que não, não existe nenhuma possibilidade.

Neste assunto não existe unanimidade.

Porém, sabemos que toda regra tem sempre sua exceção; podemos adotar aqui essa opção.

Existe sim esse tipo de amizade, embora seja uma raridade.

Há muitas más interpretações e julgamentos errôneos, quando deparamos com uma. Pela existência rara, é um tipo de amizade que causa sim, um certo tipo de inveja às pessoas. Às vezes, pela frustração de desejarem a mesma situação, encontram meios pejorativos para tentarem sua destruição. Acabam assim, pelas atitudes, destruindo qualquer possibilidade de também, conquistarem uma amizade verdadeira. Há uma diferença grande entre a mente das mulheres e a dos homens, que logicamente, interferem nessa questão de amizade entre os dois.


Há muita literatura disponível e não seria o caso de ficarmos trazendo essas informações. Mas parece existir uma predisposição maior da mulher, a estar aberta a esse tipo de relacionamento; e onde prevalece uma dificuldade maior para os homens. Geralmente, acabam por atingirem estados e níveis diferentes de amizade e interesses, e se esgotam nos desvios direcionados. Uma questão cultural envolvendo a masculinidade do homem? Provavelmente sim, mas não nos deixemos perder as esperanças. As questões entre essa amizade não são os sexos opostos, e sim os valores, a índole, o caráter, que envolve todo processo de um relacionamento.


Temos o caso de amizade da nossa filha Fernanda com o Thiago, que teve início na sua adolescência. Foi uma amizade muito bonita, desde o seu começo. Presenciamos muita união, muitas e muitas risadas, companheirismo, respeito, cuidado um com o outro, estudos de matérias juntos e muito tempo jogando o game Ragnarok. Se adotaram como irmãos; um irmão mais velho que ela não tinha e vice-versa. E assim foram crescendo na amizade, se conhecendo, se divertindo, brigando, discutindo, mas sempre juntos. O acolhimento que, nós pais, proporcionamos na época, foi de realmente acolhê-los como filhos, abrindo as portas de nossos lares. Havia muita pureza nos sentimentos e isso era algo muito belo de se ver. Era um tal de levar, buscar, trazer um para a casa do outro, e em todos os outros lugares onde frequentavam... um leva e traz sem fim.




O tempo passou, e eles continuaram compartilhando sempre os momentos triviais e importantes de suas vidas. Veio o período de vestibular, faculdade, abertura de empresa para os dois.

Após alguns anos Fernanda alçou voo para outra empresa e rumaram cada qual na busca de suas carreiras. O seu voo a levou, literalmente, voar para outro país e assim se distanciaram fisicamente. Após esse longo tempo, e também devido ao isolamento social dos últimos anos, se reencontraram finalmente. Era o momento de se constatar seus sentimentos.

O interessante é que verbalizaram exatamente o que nós, os pais, vivenciamos no reencontro com nossos amigos do Japão. O tempo que passou parece não ter existido, pois os sentimentos brotaram como antes, até mais intensos, agora talvez pela maturidade de vida adquirida por ambos.

Um fator interessante também que nos disseram, é que hoje sabem distinguir com mais clareza o amor da amizade com o amor romântico, pois os dois já estão cada qual com suas vidas de casados concretizadas. A nobreza de uma real amizade é algo mais que precioso. Tanto o tempo quanto a distância física, mostraram a solidez dos sentimentos envolvidos.


Feliz dos seres que tem um grande amigo.


Aristóteles dizia que, “a amizade é um coração que habita em duas almas”.

As afinidades de valores os tornam fortes em agregar valores, trazendo uma tendência de um crescimento maior para ambos, e irradiando para os que os rodeiam.


O amigo é aquele que nos protege de tudo, do egoísmo, das alienações que podem surgir e que sem a ajuda desse amigo, nem se perceberia que era uma alucinação. E quando da perda de referenciais é aquele que estará ali para te alertar, para ajudar a pensar, para dizer que não vai te apoiar na falta de lucidez. É como uma consciência externa a te fazer buscar de volta, a sua consciência.


A amizade no seu estado puro abre inúmeros portais, e no seu reverso fecham-se muitos, deixando apenas uma porta disponível: a do ego, da posse, da exclusividade e do aprisionamento.

Na teoria parece fácil obter uma explicação sobre uma amizade, mas na prática não é nada simples. Podemos comparar com a palavra liberdade, que parece ser o libertar de tudo e ter a satisfação plena, mas não é, porque ela exige responsabilidade em tudo, e o seu peso é muito robusto.


A amizade verdadeira nasce no caráter e não nas circunstâncias. As circunstâncias podem levar a uma amizade real, mas para isso é preciso que perdure, que haja presença e compartilhamento dos sentimentos, pensamentos e ações. Onde as esperanças e as alegrias são partilhadas, onde há a vontade de se compartilhar com o amigo todas as coisas, mesmo as pequenas. Aliás, as grandes coisas boas se tornam importantes pelas coisas muito pequenas antes compartilhadas. Normalmente é assim que cresce o sentimento nobre, presente entre os amigos verdadeiros.


A maior parte dos nossos relacionamentos são criados pelas circunstâncias, por trabalhar juntos, por morar perto, por frequentar um mesmo clube e por aí afora. Muitas dessas amizades, servem na verdade pela sua utilidade, por ser conveniente, por satisfazer alguns interesses próprios. Portanto, só vai agradar enquanto for útil, depois é simplesmente descartada, sem valia, como se fosse um simples comércio. Pode ser muito utilizada pelas pessoas carentes, pelas vaidosas, pelos bajuladores, que se assemelham a um sugador, que suga o sangue da nossa batalha da vida, permanecendo agarrado como um parasita. Saiba identificar esses relacionamentos tóxicos, que muito longe está de uma amizade.


A relação fundamentada em interesses tem prazo de validade, terá o triste fim quando do esgotamento desses interesses. Um simples coleguismo, assim podemos denominar. Algo passageiro, uma troca de favores, onde a amizade foi vista como um investimento, uma mercadoria de troca.

Existe muita confusão de coleguismo com amizade. Uma outra linguagem, muito atual, envolvendo “amigos” das redes sociais, dão uma absoluta falsa e ilusória noção de amizade a essa juventude.


O que temos muito hoje, são pessoas com vazio interior. Homens vazios terão relações vazias; pessoas superficiais serão sempre rasas, não conseguindo sustentar uma relação por toda uma vida. Para homens pequenos, tudo é pequeno. A visão e percepção que possuem da vida, é a base para cultivarem suas relações, seja com as pessoas, seja como um todo nas suas vidas. Homens virtuosos tem amigos virtuosos, simples questão de afinidades.


As pessoas que se unem para praticarem algo imoral, praticarem um crime ou mesmo para compartilharem uma crítica mesquinha; elas obedecem e se movem apenas aos seus próprios interesses. São movidas pela cumplicidade e não amizade. Atualmente, parece reinar mais a cumplicidade, é onde está condensado os valores e interesses que se acredita, serem mais importantes.


Depois de tantas colocações, podemos até dizer que não existe esse tipo de relacionamento. Essa tal de amizade verdadeira, e que tudo isso é filosofia, uma balela, ou que a palavra amigo está em total desuso tomando outros termos.

Mas, vamos abrir um espaço para outros pensamentos.


Analisemos, profundamente, o relacionamento de Jesus com seus discípulos, e quantas palavras gratificantes ficaram. Antes deles se tornarem discípulos, eles se comentavam entre si. Houve desconfiança quando Ele caminhou sobre as águas; um deles negou por três vezes. Ironizaram quando acolheu uma pecadora. Duvidaram do Mestre, das suas obras e seus milagres. Uma entrega da Maria Madalena e Suzana, dentro da humildade de Jesus, prevaleceram as verdadeiras amizades.


Voltemos à Aristóteles “a amizade perfeita pode existir apenas entre os bons”

Nos Homens de bem prevalece sempre os verdadeiros valores, a justiça, a verdade, a bondade, enfim, repletos dos princípios humanos. A amizade entre esses virtuosos é, praticamente explicada, como uma atração magnética. Muitas vezes invisível aos olhos, mas percebida claramente pelos corações.


União de corações, confiança e segurança um no outro. Um compromisso que exige, um nível de maturidade capaz de sustentar uma amizade real; sabendo que seja em que circunstância for, será sempre um porto seguro ao amigo. O interesse de ambos se confundem; não sou seu amigo se o que lhe diz respeito não me diz respeito. A amizade nos faz partilhar tudo. Não há mais fidelidade nem infidelidade individuais. Somos mais felizes quando conseguimos viver para outrem, do que apenas para nós mesmos.


Amizade gera equilíbrio e paz


Ter um amigo de verdade... não é algo tão fácil e comum.

Quantos de fato, temos ou tivemos de verdade, ao longo de nossas vidas?

Se não paramos para pensar, seria porque temos medo de concluir que tivemos apenas um, dois, nenhum?





Seria uma pergunta muito necessária e muito importante para nos fazermos. Sua resposta pode nos trazer a possibilidade de, a partir deste momento iniciar uma mudança. Podemos fazer da constatação a base da filosofia, pois após essa constatação começar a construir algo real, se assim desejarmos.

Sair da vida da ilusão fantasiosa, do achismo, de achar que tinha e na verdade nada tinha. Enquanto se estiver vivendo uma fantasia, não haverá como criar uma chance de mudança. Acordar e resolver fazer diferente, pois a amizade vai necessitar de cultivo.


Vai precisar do tempo do semear, do regar, do tirar as ervas daninhas, do aparar as arestas, do tomar chuva e também do se alimentar com a luz do sol.


Jamais será uma simples troca, onde se cultiva já esperando uma colheita. O cultivo envolve a bondade, o respeito, o doar, a ética; existe todo o processo envolvido com os sentimentos de carinho, de amor, da alegria de dar sem esperar nada em troca, e além de tudo sentir a gratidão. Os valores que unem os amigos verdadeiros são os mesmos, eles são complementares na abundância.


Ter, ser e sentir, então... se você tem um amigo de verdade, cuide com carinho!


Se ainda não tem, tenha esperança, seu amigo pode estar aí pertinho de você. Reconheça-o!!


Amor aconchegante, amor de amizade, amor que abastece...amor do meu amigo... amor que valoriza e enriquece em preciosidade, nossa já preciosa jornada de vida.


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