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Revolta em Paris: Locais de "Emily em Paris" são Alvos de Pichações e Protestos

Com o início da produção da quarta temporada de Emily em Paris, moradores expressam descontentamento com o "turismo exagerado" gerado pela série, deixando mensagens negativas nas locações.


Emily em Paris

(Foto: Divulgação)


O anúncio da produção da quarta temporada de "Emily em Paris" trouxe à tona uma onda de revolta na capital francesa. Moradores, incomodados com o que descrevem como "turismo exagerado" promovido pela série da Netflix, decidiram expressar seu descontentamento através de pichações em diversas locações usadas na produção.


Mensagens como "Emily, vá embora", "Emily não é bem-vinda" e "Emily é uma droga" agora adornam prédios e cenários que se tornaram icônicos na trama. De acordo com informações do site Paris Secret, a insatisfação dos moradores atingiu até mesmo o prédio fictício onde a personagem principal, interpretada por Lily Collins, reside na série.


Lançada em 2020, "Emily em Paris" acompanha a história de uma publicitária de Chicago, interpretada por Lily Collins, que consegue o emprego dos sonhos na capital francesa. A trama explora os altos e baixos das amizades e romances da protagonista enquanto ela se adapta a uma cultura totalmente diferente da sua. Além de Collins, o elenco inclui nomes como Ashley Park, Philippine Leroy-Beaulieu, Samuel Arnold, Bruno Gouery e Lucas Bravo, entre outros.


O descontentamento dos moradores reflete uma crescente resistência ao que é percebido como uma exploração excessiva da cidade para fins turísticos, alimentada pela popularidade da série. O protesto por meio de pichações destaca as tensões entre a representação glamorizada de Paris na ficção e as realidades enfrentadas pelos locais diante do aumento do turismo vinculado à produção televisiva.


 

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