Instagram Plus chega ao Brasil com recursos exclusivos e stories de até 48 horas
- Redação neonews

- há 8 horas
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Nova versão paga do Instagram custa R$ 10 por mês e promete mudar a experiência dos usuários mais ativos na plataforma

(Foto: Divulgação)
O Instagram acaba de entrar oficialmente na era das assinaturas no Brasil. A Meta começou a liberar nesta quinta-feira (4) o Instagram Plus, versão paga da rede social que traz recursos exclusivos para quem quiser uma experiência mais personalizada dentro do aplicativo.
A assinatura custa R$ 10 mensais e adiciona funções que mexem diretamente com algo que virou prioridade para muita gente na internet: alcance, privacidade e personalização.
Entre as novidades que mais chamaram atenção está a possibilidade de manter stories no ar por 48 horas, dobrando o tempo atual de exibição. Além disso, assinantes também terão prioridade na entrega dos stories para seguidores, aumentando as chances do conteúdo aparecer para mais pessoas.

(Foto: Divulgação)
Outro recurso que deve agradar criadores de conteúdo e usuários mais ativos é a criação de listas personalizadas de seguidores, funcionando de forma parecida com os “Melhores Amigos”. A ideia é permitir compartilhamentos mais específicos e controlados.
O Instagram Plus também libera ferramentas mais discretas, mas que mexem diretamente com a curiosidade dos usuários. Entre elas, a possibilidade de visualizar stories sem que a outra pessoa saiba e dados mostrando quantas vezes um story foi reassistido.
A assinatura ainda inclui:
Curtidas animadas em tela cheia
Busca na lista de visualizações dos stories
Ícones personalizados do aplicativo
Fontes exclusivas na bio
Fixação de até seis posts no perfil
Publicações que vão direto para o perfil ou destaques sem aparecer no feed
A Meta já confirmou que o lançamento faz parte de uma estratégia maior. Em breve, WhatsApp e Facebook também devem ganhar versões pagas com recursos extras.
Segundo Naomi Gleit, diretora de produtos da empresa, a ideia é que todas essas assinaturas futuramente façam parte de um sistema unificado chamado “Meta One”.
O movimento também mostra uma mudança importante no posicionamento da empresa. Depois de anos dependendo quase exclusivamente da publicidade, a Meta agora busca novas formas de receita enquanto aumenta os investimentos em inteligência artificial.
E, pelo visto, a disputa pelas versões premium das redes sociais está só começando.
No fim das contas, os usuários realmente vão pagar para usar redes sociais que sempre foram gratuitas?
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