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Crítica | Diablo IV: Lord of Hatred mostra que o inferno ainda tem muito a oferecer

  • Foto do escritor: Redação neonews
    Redação neonews
  • há 16 horas
  • 3 min de leitura

Entre novas classes, sistemas renovados e a região de Skovos, Diablo IV: Lord of Hatred representa a versão mais completa e madura do jogo até agora


Diablo IV: Lord of Hatred
Diablo IV: Lord of Hatred

(Foto: Divulgação)


Quase três anos após o lançamento de Diablo IV, a expansão Diablo IV: Lord of Hatred chega com uma missão clara: provar que o jogo ainda tem fôlego para evoluir dentro de uma franquia tão tradicional. A expectativa era alta, principalmente depois da recepção dividida da expansão anterior. Felizmente, Lord of Hatred entrega melhorias consistentes e reforça a sensação de que o título finalmente encontrou sua melhor forma, mesmo que ainda existam ajustes importantes a serem feitos.


Antes mesmo de falar do conteúdo exclusivo da expansão, é impossível ignorar a enorme revisão de sistemas que acompanha o lançamento. A reformulação da progressão, os novos níveis de tormenta e a reorganização das recompensas tornam a jornada mais fluida e estratégica. O novo sistema de talismãs horádricos adiciona profundidade real à customização dos personagens e aproxima a experiência daquilo que fãs veteranos sempre esperaram da série. Aqui seria um ótimo ponto para inserir uma imagem do inventário com o sistema de talismãs ativo para ilustrar a mudança estrutural.


Diablo IV: Lord of Hatred
Diablo IV: Lord of Hatred

(Foto: Divulgação)


Outro retorno importante é o clássico cubo horádrico, elemento icônico da franquia que amplia significativamente as possibilidades de criação de builds. Poder modificar afixos, transformar raridades e experimentar combinações reforça o sentimento de liberdade na progressão. Além disso, melhorias de qualidade de vida como filtro de itens e sobreposição do mapa mostram que a Blizzard Entertainment ouviu parte das críticas da comunidade e respondeu com soluções práticas que impactam diretamente o ritmo do gameplay.


Na campanha inédita, a expansão leva os jogadores até Skovos, uma das regiões mais interessantes já apresentadas no universo do Santuário. Visualmente impressionante e acompanhada por uma trilha sonora envolvente, a nova área traz uma narrativa mais consistente que a da expansão anterior, ainda que apresente certa pressa em seu desenvolvimento nos momentos finais. Esse trecho é ideal para inserir um vídeo curto mostrando a ambientação de Skovos ou um confronto contra chefes da região.


Entre as maiores atrações da expansão estão as novas classes Paladino e Bruxo. O Bruxo, em especial, se destaca pela variedade de estilos de jogo, permitindo builds baseadas em invocação demoníaca, fogo ou ocultismo. Essa flexibilidade torna a classe extremamente divertida para quem gosta de experimentar diferentes estratégias dentro da mesma progressão. O visual das habilidades e das criaturas invocadas reforça ainda mais o impacto dessa adição.


Diablo IV: Lord of Hatred
Diablo IV: Lord of Hatred

(Foto: Divulgação)


No endgame, Lord of Hatred apresenta novas ideias interessantes, como os planos de guerra e o evento Ódio Ressonante. Embora tragam recompensas generosas e ampliem as opções de atividades, essas novidades ainda não atingem o nível de criatividade esperado para manter o engajamento por longos períodos. A sensação é de evolução, mas não de revolução, especialmente para jogadores mais experientes.


Mesmo com algumas limitações no ritmo da narrativa e nas atividades finais, Lord of Hatred representa o ponto mais alto da evolução recente de Diablo IV. A expansão melhora sistemas importantes, adiciona classes aguardadas e fortalece o ciclo de progressão que sustenta o jogo a longo prazo. Para quem acompanha a jornada pelo Santuário desde o lançamento, fica claro que este é o momento em que o título finalmente se aproxima da experiência que os fãs imaginavam desde o início.


Opinião pessoal: "Com 4,5 estrelas, Lord of Hatred me passou a sensação de que Diablo IV finalmente encontrou sua identidade dentro da nova geração da franquia. Ainda existem pontos a evoluir, principalmente no endgame, mas as novas classes e as melhorias gerais tornam a experiência muito mais envolvente e recompensadora. Dá aquela vontade real de voltar para o Santuário e testar novas builds por muitas horas."


Você prefere quando expansões focam em história e novas regiões ou quando priorizam classes e melhorias profundas no sistema de progressão?




Ficha Técnica


Nome: Diablo IV: Lord of Hatred

Tipo: Jogo

Onde jogar: PC / PlayStation 5 / Xbox Series X e Series S

Categoria: RPG de Ação / Hack and Slash


Nota 4,5/5



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