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Crítica | "A Jornada de Vivo" é divertida, porém deixa escapar grande potencial

Nova animação da Sony apresenta musicas feitas por Lin Manuel Miranda, o nome do momento do gênero musical



"A Jornada de Vivo" é a mais nova animação da Sony, que atualmente está tendo uma boa sequência desde o incrível "Homem-Aranha no Aranhaverso", além de produtiva, visto que é a terceira produção já no ano, e com mais uma chegando já no fim deste mês.





A produtora finalmente está se destacando no mundo das animações, porém com quantidade, a qualidade pode ser afetada, e é isso que vemos nesse mais novo filme.


No longa vemos a história de Vivo, um jupará que realiza shows nas ruas de Havana. Após certos acontecimentos, ele se vê obrigado a ir viajar para Miami para entregar a canção de seu dono para sua amada. O companheiro do macaquinho durante toda essa aventura é a Gabi, uma menina que tenta adota-lo.


O filme é um musical, porém não é qualquer um, ele possuí as suas trilhas compostas por Lin Manuel Miranda, o maior nome do gênero musical dos últimos anos, tendo bastante destaque por seu trabalho em Hamilton. A sequência inicial é incrível, a música é boa (mesmo que muito direta, dizendo com todas as palavras o que o espectador tem que entender), os movimentos dos personagens, o cenário que eles estão é bonito. É um início bastante promissor, porém que não é pago no andar da carruagem.





De Havana, um lugar diferente do que costumeiramente vemos no cinema, vamos para a Flórida, lugar que já estamos cansados de ver, somente havendo uma ambientação interessante no final.


Seu enredo é nenhuma novidade principalmente nas animações - "caminhada não importa, mas sim os amigos que fizemos no caminho" - o que já é um certo clichê, mas que pode funcionar dependendo de sua ambientação, o que novamente eu reforço, deixa a desejar em grande parte do longa.





Mas tirando esses detalhes, é um filme divertido e carismático, mas o que me dói é o potencial que foi perdido nessa produção. Com um enredo um pouco melhor, com certeza teríamos aqui uma produção a nível de Oscar, já que talento na equipe há de sobra, mas infelizmente foi feita a decisão de cair no mais do mesmo, no seguro, o que não deixa de ser bom, apenas poderia ter sido muito mais do que nos foi entregue.



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