top of page

neonews, neoriginals e ClasTech são marcas neoCompany. neoCompany Ltda. Todos os direitos reservados.

  • LinkedIn
  • Youtube

neonews, neoriginals e ClasTech são marcas neoCompany.

neoCompany ltda. Todos os direitos reservados.

Entre em contato com o neonews

Tem alguma sugestão de pauta, eventos ou deseja apenas fazer uma crítica ou sugestão, manda um email pra gente.

  • Foto do escritorRedação neonews

A IA está ressuscitando as estrelas de cinema

Famosos estão voltando à vida como clones digitais


(Foto: Divulgação)


Quase sete décadas após sua morte, o ator de cinema americano James Dean foi escalado como a estrela de um novo filme, “Back to Eden”.


Criado com a tecnologia da inteligência artificial, um clone digital do ator irá caminhar, falar e interagir com os outros atores do filme. A tecnologia está na vanguarda do CGI de Hollywood, mas apesar de ser uma grande novidade, também é uma preocupação para os atores e roteiristas que entraram em greve em Hollywood pela primeira vez em 43 anos.


James Dean foi apenas um exemplo, mas outros nomes como Carrie Fisher, Paul Walker e Elis Regina são outras celebridades notáveis que voltaram para as telas.


A clonagem digital de Dean representa também a mudança significativa do que é possível. O seu avatar não apenas poderá interpretar seu papel no filme “Back to Eden”, como também em outros filmes e séries subsequentes, assim como interagir com o público em plataformas interativas, como realidade aumentada e virtual e em jogos.


Os clones são criados por imagens antigas dos atores, quanto mais material de origem, mais preciso e inteligente será o avatar, o que permite que os herdeiros das celebridades atuais possam permitir clones convincentes e realistas de seus parentes, quando falecidos, continuem trabalhando na indústria para sempre.


As regras quanto ao uso das imagens de celebridades mortas continua obscuro. Basicamente, o poder de como a imagem desse famoso é usada passa para seu executor vivo. Apesar disso, algumas celebridades, como o ator Robin Williams, conseguem usar um testamento para limitar o uso de sua imagem após a morte, mas isso expira após 25 anos.


Essa nova descoberta acabou deixando alguns atores com uma preocupação real. Tom Hanks resumiu: "Eu poderia ser atropelado por um ônibus amanhã e pronto, mas minhas performances podem continuar indefinidamente". Essa nova fase da ressurreição humana digital cruza fronteiras éticas, práticas e legais e pode atingir tanto as celebridades quanto os cidadãos comuns.


 

Publicidade

 

Comentários


bottom of page